Botox, usar ou não usar?
17.05.2013 | Em: Beleza

Botox sempre foi uma dúvida para mim. Eu demorei bastante até me render aos encantos das injeções que prometem paralisar os músculos. Trabalho na área da beleza há muitos anos e sempre tive contato com médicos que aplicavam o produto. Tanto cirurgiões plásticos quanto dermatologistas.

Desde muito jovem eu falo com a testa. Por isso, aos 30 já tinha marcas de expressão que não me incomodavam tanto. Aos 35 eu comecei a tratar da minha pele com bastante cuidado. E, ao ver os resultados, comecei a gostar do tratamento e, trabalhando na área da beleza, eu tinha e tenho acesso a lançamentos. Mas, nenhum deles acabava com aquelas linhas na minha testa e ao redor dos olhos. A pele foi ficando linda, mas as marcas de expressão não melhoravam muito.

 

botox

 

Até que me rendi ao botox. Faço uso há uns 8 anos e adoro o resultado. Para mim, funciona perfeitamente. É bom lembrar que o botox é nome comercial, usei ele aqui porque é como a gente chama, mesmo. Mas o nome é toxina botulínica e tem outras empresas que fabricam com outro nome comercial.

Como estou falando da minha experiência pessoal, vou comentar sobre as dúvidas que as mulheres mais me perguntam:

Aplicar botox dói?

Para mim, não. Antes de aplicar o produto, os médicos colocam uma pomada anestésica. Algumas vezes, claro, sinto um pouco mais, mas nada que seja insuportável. A agulha é fina. É muito tranquilo e rápido. Não posso negar que de início é um pouco estranho, mas depois você acostuma.

Quanto tempo dura o resultado do botox?

Depende de pessoa para pessoa. E acho que da época e do corpo também. Em média, para mim, dura de 5 a 6 meses. Mas já ocorreu de durar mais ou menos.

Acha que começou a usar botox muito cedo?

Os médicos dizem que o ideal é começar a aplicar o botox quando as primeiras marcas começam a aparecer, assim evita de ficar muito marcado. Mas, vai de cada pessoa. Porque se as marcas não incomdam, para que aplicar o produto?

Botox fica artificial?

No meu caso, eu acho que não. Coloquei algumas fotos minhas abaixo para você terem uma ideia em vários momentos.

botox

Vejo algumas meninas novas já começando a ficar com aquelas marcas profundas entre as sobrancelhas. Daquelas que aparecem quando a gente está no sol ou quer enxergar algo melhor. Eu indicaria buscar um especialista.

Miriam-Machado-beleza-consultora

Este é post de estréia da  Miriam Machado. Ela é gerente de projetos e trabalha como consultora especialista na indústria de beleza.

É minha mãe e vai dar várias dicas de beleza para as mulheres que já passaram dos 40.

 

Cólica no bebê, o que usar?
17.05.2013 | Em: Filhos, Filhos - Dicas para a mãe moderna

Cólica é o terror das mães. Algumas sortudas não enfrentam esse problema tão comum, mas a maioria perde horas de sono com o choro do bebê.

Com os meus dois filhos, a cólica sempre me deixava de cabelo em pé. Elas começam após os primeiros 15 dias de nascimento e que normalmente persistem até os três meses de vida.

Meu primeiro filho teve cólicas até um mês e meio, já o segundo o desespero durou até os dois meses. Ele chorava tanto que eu chorava junto.

cólica

Quando o bebê está com cólica, você pode notar o seguinte:

 

  • ·         Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo;
  • ·         Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora;
  • ·         Ele solta puns quando chora.

 

A cólica sempre aparece no mesmo horário, normalmente no final da tarde e à noite. Horário em que nós mães já estamos exaustas. Por ser uma sensação nova para o bebê e doer muito, o choro de cólica é estridente. Lembro-me do dia em que segundo filho começou a chorar por volta das 18h30 e só conseguimos acalma-lo às 23h. Eu e meu marido estávamos desesperados e eu chorava sem parar, sem saber o que fazer. A situação foi tão feia, que meu filho mais velho, sugeriu:

- Mamãe, podemos vender o Victor Hugo?

Segundo pesquisas, a cólica acontece por imaturidade do sistema digestivo do bebê, fazendo com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle, resultando em gases e levar à cólica. O fato é que não temos para onde correr, então tomar as providências o mais rápido possível, é a melhor opção no momento.

Abaixo, coloquei algumas dicas que eu fiz e me ajudaram muito. Mas deixando claro, que são as dicas do que EU usei para aliviar a cólica nos meus filhos. 

  • ·         Colocar o bebê bem inclinado quando for amamentar. Caso você use mamadeira, a posição correta é 90º;
  • ·         Arrotar após TODAS as mamadas;
  • ·         Colocar o bebê para dormir de lado;
  • ·         Fazer compressas mornas na barriga do bebê colocando uma fralda aquecida ou uma bolsa de água quente (não esqueça de verificar a temperatura para não causar queimaduras). Eu comprei uma bolsinha térmica própria para crianças e foi excelente porque ela é exatamente do tamanho da barriga do bebê;
  • ·         Fazer ginástica com as perninhas como se ele estivesse pedalando e massagear a barriga com as mãos bem aquecidas. Com os meus dois filhos eu fiz o curso de shantala, super indico;
  • ·         Colocar o bebê em contato direto com a barriga da mãe, assim você usa o seu corpo para aquecê-lo. É uma delícia!

Além das dicas citadas acima, também fiz algumas coisas por conta própria, e confesso que se tivesse outro filho faria novamente.

Eu dava 30 ml chá de camomila com funchicória (esse fitoterápico é um pó feito a partir do funcho ou erva-doce, muitos pais colocavam na chupeta para acalmar a criança e foi proibido pelo governo, pois sua segurança e eficácia não foram comprovadas), antes da mamada, duas vezes ao dia, por volta das onze da manhã e às cinco da tarde, dava luftal de seis em seis horas, colocava a bolsinha de água quente no momento da crise e como não amamentava, comprei uma mamadeira que reduz 80% da cólica do bebê, pois ela tem um sistema que reduz a ingestão de ar durante as mamadas. Tudo isso funcionou muito bem comigo. Foi algo que a minha mãe fez comigo e com os meus dois irmãos e eu e minha irmã fazemos com os nosso filhos.

E se nada disso funcionar para o bebê para de chorar de cólica?

Quando você achar que não aguenta mais, peça ajuda. Reveze-se nos cuidados com o bebê e, se precisar, dê uma saída de casa para arejar a cabeça e parar de ouvir o choro, enquanto outra pessoa fica com ele. Procure se lembrar de que o choro do bebê não é culpa sua, e que a cólica vai passar com o tempo.

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Raquel Guerra é formada em jornalismo, mas virou empresária e mãe de dois meninos.

Minha mãe me ensinou a sonhar
15.05.2013 | Em: Livros

O livro Minha mãe me ensinou a sonhar foi o meu segundo livro publicado. O primeiro foi o Intercâmbio: aí vou eu! pela editora Alaúde.

A primeira edição do livro Minha mãe me ensinou a sonhar saiu em 2008 pela Espaço Editorial. O retorno dos leitores foi imediato e sabia que estava no caminho certo. Até que a edição do livro se esgotou e outra editora resolveu que queria publicar o livro. Agora ampliado e com a história completa.

 

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Sem filtro, agora as leitoras e leitores podem ver que a vida não foi fácil. É uma história real, que mostra a vida como ela é. Que tem altos e baixos, que a gente erra e acerta, mas que a vida continua, porque ficar questionando ou se fazendo de vítima, não funciona.

Minha mãe me ensinou a sonhar ainda está chegando às livrarias, mas já está no site da Saraiva: Minha mãe me ensinou a sonhar e no site da editora clique aqui

Episódio 8: o terceiro noivado!
15.05.2013 | Em: Casamento

Durante o Natal, nós terminamos por telefone, afinal, não dava mais para manter uma relação da maneira que estávamos. Mas, dias depois, voltamos e depois separamos e, por fim, resolvemos que deveríamos pensar melhor quando eu voltasse ao Brasil. Cada um foi seguindo sua vida. Como terminar estava ficando um tom muito pesado, decidimos que daríamos um tempo. Afinal, desde setembro a gente já tinha claro de que a relação já não existia mais.

E eu estava curtindo Toronto ao máximo. Essa foto abaixo não deixa dúvidas…

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Estava adorando ter uma rotinha bem canadense de estudos. Vi o outono ir embora dando lugar ao inverno… Era um sonho. Além de ter tido a sorte de encontrar pessoas maravilhosas no meu caminho que são minhas amigas até hoje.

Quando voltei ao Brasil, em fevereiro, ele estava lá para me receber no aeroporto. Foi um festa imensa, minha mãe parou a aeroporto com tudo o que levou para celebrar a minha volta. Fomos todos jantar e foi aquela alegria toda e nem lembramos de que uma conversa esperava por nós.

Mas… No dia seguinte… A conversa veio e não foi das mais agradáveis. A gente chorou, foi aquela coisa toda, eu pronta para voltar e a felicidade reinar para sempre, mas no fim, ouvi o que eu mais temia: ele estava envolvido com outra pessoa. Quase morri!  Mas estávamos separados e eu também tinha conhecido outra pessoa. Mas nada que tivesse me tocado. Então a matemática ficou assim: eu voltei pronta para amar e ele não. Foi um risco que eu corri. E ele não queria reatar o namoro antes de resolver esta questão. Achei digno, mas quase tive um troço.

Ao invés de esperar a decisão dele,  não dei folga. Grudei igual chiclete, rs. Fui tentar lutar pelo o que queria e assim não me arrependeria pelo resto da vida. A experiência em Toronto foi tão legal que eu mais agradecia do que culpava o Jorge por ter me deixado partir. Então, não sentia que estava errada indo atrás dele.

Porém, um mês se foi e eu cansei de tentar. Cheguei ao limite do sofrimento e tentativas e disse que tudo bem, que entendia, que iria chorar no cantinho e juntar meus cacos. Todas as escolhas que fazemos na vida cobram um preço, eu estava pagando o meu. Mas não trocaria meus 6 meses no Canadá por nada. Foram intensos!

Mas, quando eu disse tchau, acabou, segue sua vida, parece que o amor bateu à porta novamente e nos acertamos. De início foi tudo maravilhoso, lindo, perfeito, mas… Com o tempo fomos entrando no antigo ritmo. Eu disse ao Jorge que tudo bem a gente voltar, mas que agora teria que ser para casar e construir uma vida juntos. Ele aceitou. Ficamos noivos mais uma vez! Começamos a organizar tudo, contratamos banda, buffet, tudo. Experimentei o vestido, mandei fazer e, quando já iria para a segunda prova, acordei, olhei para o Jorge e, do nada, eu disse:

- Você não quer casar comigo.

Ele me olhou com um olhar de: leu meus pensamentos.

Respeirei fundo e disse: você desmarcar tudo.

Foi uma coisa sem explicação. Mas eu tinha uma única certeza na vida: no dia do meu casamento, se um dia eu casasse, eu queria ter a certeza de que a pessoa estaria casando comigo, porque era o que mais queria na vida e não porque casar faz parte da vida.

E assim entramos no fim do nosso quarto noivado…

O tempo foi passando, começamos a morar juntos, mas eu fui ficando meio perdida em relação a profissão, a vida, o futuro. Entrei numa crise existencial e a coisa foi jutando ao fato de termos muitos pontos do passado que não foram resolvidos. Assim, a vida foi entrando na rotina e as mesmas manias, implicâncias, hábitos, tudo foi ganhando terreno e, quando demos conta, viramos aquele casal que mais briga do que convive. Claro que você naõ percebe isso, porque até mesmo as brigas viram rotina, então você já nem nota muito.

Até que, um ano depois, brigas e eu numa crise danada, aos 26 anos, comecei a sentir fortes dores e fui parar no hospital. Fui interenada de emergência e, ao fim da cirurgia estava sem um ovário. Para completar, descobri que tinha uma desconhecida morando em mim: a endometriose. Para quem tiver interesse, aqui neste post eu conto como decobri que sou portadora de endometriose. Dali pra cá a batalha começou, mas eu não podia me estressar que morria de dores. Além de todos os males, a doença traz também uma oscilação de humor sem igual. E, isso, unido ao fato da relação ser nova, mas já com um histórico antigo, foi tudo ficando cada dia pior, até o dia em que eu vi a entrevista de um psicólogo na TV falando sobre terapia de casal. Na hora, senti uma empatia. Mas anotei o telefone e guardei. Quem sabe um dia?

A vida seguiu com aquela esperança de casal de: daqui a pouco a relação melhora. Mas nada de melhorar. Até que viajamos para NY, como fazíamos sempre, mas foi uma experiência nova: a cidade que tanto gostamos foi palco de um monte de discussão. Aquela coisa de sentimento guardado que faz um comentário ingênuo virar um fogueira.

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Na volta ao Brasil, tentei resgatar a relação, achei que as coisas voltariam ao normal, a gente se amava, mas o amor estava sendo consumido pela rotina. Lembrei do psicólgo. Liguei correndo sem nem perguntar ao Jorge se ele toparia. Estava tudo tão confuso que eu estava decidida a terminar a relação.

Carreguei o Jorge para lá dizendo que não estava indo lá para buscar uma solução, mas para que tivéssemos um fim digno. Passamos muitos anos juntos e eu não queria que terminasse com raiva um do outro. Queria um fim de relação com respeito.

E, posso dizer, que o terapeuta foi um enviado por Deus. Não só para a relação, mas para eu voltar a me encontrar como pessoa. Eu sofria muito com muitos sentimentos, inclusive com o fato de ter perdido um ovário, de me sentir menos mulher. Tudo isso afetava a relação… E, de alguma maneira, eu descontava no Jorge. Para completar, descobri um detalhe sobre a minha personalidade que mudou toda a minha vida…

Save the date para o casamento. O que é?
12.05.2013 | Em: Casamento

Save the date ainda não é algo muito comum no Brasil, mas já está entrando na moda. Desde que marcamos o casamento eu sabia que eu faria um ou vários.

Mas vamos começar do começo: o que é save the date?

O save the date, em uma tradução livre, seria: reserve esta data. É uma ótima opção para você enviar com uns seis meses de antecedência para os seus convidados. Assim, eles já reservam esta data na agenda e não marcam nada no dia do seu casamento.

 

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Modelos Save the date

Há inúmeros modelos the save the date. Como eu e Jorge iríamos passar por Paris e mais 4 países durante a nossa viagem, e somos conhecidos como o casal de viajantes, nada mais romântico e clichê do que fazer o save the date em Paris. Levei um véu de noiva simples, de fantasia de caranval mesmo, e paguei o mico em frente a Torre Eiffel. O mais legal é que o Jorge topou na hora e deu uma ideia para sermos ainda mais ousados. Teremos diversos save the date para os nossos convidados irem entrando no clima da nossa festa de casamento.

Um casal de amigos estava viajando com a gente e tirou as fotos, foi perfeito. Mas a gente também levou um tripé para não ficarmos enchendo muito o saco deles a viagem inteira.

Queremos que os nossos convidados sonhem com a festa junto com a gente, por isso estamos preparando várias surpresas para eles já sonharem com o grande dia, assim como nós.

Conforme for liberando os  outros save the date, vou colocando aqui neste post para que vocês também participem desta nova etapa da minha vida. Afinal, vocês acompanham meus dilemas femininos desde os meus 25 anos. Hoje estou com 32. São 7 anos!

Mas, antes de terminar o post, umas dos bastidores, porque não foi tão fácil assim tirar as fotos e não pegamos um céu azul…

Contei com a ajuda da Angélica para prender o véu e tentar domar o meu cabelo que não estava cooperando.

Foto 1

Como estava chovendo, não podíamos nem colocar as coisas no chão.

Foto 2

Toda hora eu tinha que ficar vigiando a minha maquiagem. Meu rosto começava a brilhar muito rápido.

Foto 3

Quando o Jorge olhava, eu não olhava.

foto 4

 

E a foto final com os nossos queridos amigos Angélica e Fernando que, por fim, entraram no clima!

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Qual foi a reação dos convidados? Até agora todos gostaram muito. E ainda fizemos os mesmo para convite dos padrinhos. Nada de dar presente para convidar padrinhos, porque sou uma pessoa moderna. Fizemos um pedido, como um pedido de casamento. Mas fica para um próximo post…

Save the date para o casamento, modelos, o que é?

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